Ele não atingiu a cidade, segundo a polícia de Israel.
Escalada de violência entre isralenses e palestinos matou mais de 117.
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Um foguete foi lançado no início da tarde desta terça-feira (20) em direção a Jerusalém, segundo a polícia local, mas não atingiu a cidade, sede do governo de Israel.
O braço armado do movimento Hamas na Faixa de Gaza reivindicou o disparo de um foguete de longo alcance M75 contra "a Jerusalém ocupada".
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Uma forte explosão foi ouvida na cidade, após as sirenes antiaéreas terem soado, segundo testemunhas da agência Reuters.
O foguete, o segundo lançado contra a cidade em uma semana, teria caído em uma área aberta a leste da cidade, segundo o Canal 2 da TV local.
O incidente ocorre após uma semana de escalada de violência entre Israel e os palestinos da Faixa de Gaza, que provocaram pelo menos 117 mortes -114 de palestinos, 3 de israelenses.
Como começou?
No dia 14 de novembro, uma operação militar israelensematou o chefe do braço militar do grupo Hamas na Faixa de Gaza, Ahmed Jaabali. Segundo testemunhas, ele dirigia seu carro quando o veículo explodiu. Seu guarda-costas também morreu.
Israel afirma que Jaabali era o responsável pela atividade "terrorista" do Hamas - movimento islâmico que controla Gaza - durante a última década. Após a morte, pedidos imediatos por vingança foram transmitidos na rádio do Hamas e grupos militantes menores alertaram que iriam retaliar. "Israel declarou guerra em Gaza e eles irão carregar a responsabilidade pelas consequências", disse a Jihad Islâmica.
No dia seguinte à morte de Jaabali, foguetes disparados de Gaza mataram três civis israelenses, aumentando a tensão e ampliando o revide aéreo de Israel - que não descarta uma operação por terra.
Os bombardeios dos últimos dias, que já atingiram a sede do governo do Hamas na operação chamada de "Pilar defensivo", são a mais intensa ofensiva contra Gaza desde a invasão realizada há quatro anos na região, que deixou 1.400 palestinos mortos e 13 israelenses.
Acredita-se que a metade dos mortos sejam civis, o que desperta críticas à ação de Israel. O país alega que os membros do Hamas se escondem entre a população civil.
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